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Governo prorroga auxílio emergencial por três meses

Benefício acabaria em julho e, com prorrogação, será pago também em agosto, setembro e outubro; valores serão os mesmos, de R$ 150 a R$ 375

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (5/6) a prorrogação do auxílio emergencial 2021 por mais três meses. O auxílio é destinado a famílias de baixa renda afetadas pela pandemia de Covid-19.

A extensão ocorre por decreto. Uma medida provisória (MP) abre crédito extraordinário ao Ministério da Cidadania, responsável pela concessão do benefício. Os atos ainda não foram publicados no Diário Oficial da União (DOU).

A concessão do auxílio nesse período complementar deve cumprir os requisitos estabelecidos pela MP 1.039/2021, que institui o auxílio deste ano. “Além disso, o benefício será operacionalizado e pago pelos meios e mecanismos já utilizados no pagamento do Auxílio durante o ano corrente”, dizem os ministérios da Cidadania e da Economia, em nota conjunta à imprensa.

A atual etapa do auxílio emergencial começou a ser paga em abril deste ano e tem quatro parcelas, que se encerrarão em julho. As três novas parcelas, portanto, devem ser pagas de agosto a outubro.

Segundo a pasta da Cidadania, a nova edição do auxílio deverá ser concedida nas mesmas faixas atuais: de R$ 150 a R$ 375.

Encerrado o novo pagamento, o governo pretende lançar o novo Bolsa Família, com outro nome e valor que o presidente Jair Bolsonaro estipulou em “cerca de R$ 300”.

Em vídeo divulgado nesta segunda-feira pelas redes sociais, Bolsonaro disse que a prorrogação ocorre “enquanto acertamos aí o novo valor do Bolsa Família para o ano que vem”.

Bolsonaro recebeu na tarde desta segunda-feira, fora da agenda, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e os ministros da Economia, Paulo Guedes, da Cidadania, João Roma, da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, para tratar do tema.

“No final da última parcela do auxílio, em outubro, já em novembro entraremos com o novo programa social do governo fortalecido e ampliado para que os brasileiros possam avançar cada vez mais. Não só com o suporte do Estado brasileiro para esse momento de vulnerabilidade, mas também com todos os auxílios para que ele possa vencer e avançar na sua situação e na sua qualidade de vida”, afirmou o ministro João Roma.

O ministro da Economia ressaltou que o pagamento do auxílio vai ocorrer enquanto o país atinge o estágio de vacinação em massa e a economia retoma. “Esses três meses adicionais — vão ser sete meses de proteção aos mais vulneráveis brasileiros — isso aí, na verdade, é para dar essa proteção enquanto atingimos a vacinação em massa da população brasileira”, disse Guedes.

“O ministro Queiroga prevê que em mais três meses tenha o controle epidemiológico. O auxílio emergencial vai até lá e aí aterrissamos num Bolsa Família que o presidente também já determinou que tem que ter um valor substancial para proteger justamente a população mais frágil”, prosseguiu.

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